Tecnologia e arte, o que agente faz com isso?

Um debate sobre “arte, tecnologia, experimentação, tradições culturais brasileiras e contemporaneidade” promovido pelo SESC Casa Amarela, Recife/PE, aconteceu com a presença de Mãe Beht de Oxum, H.d. Mabuse e Edson Barros como parte do evento Salão Universitário de Arte Contemporânea, que em sua quinta edição discute a tradição socio cultural brasileira, em sua expressão artística, convivendo e se combinando com códigos e softwares.
O SESC Casa Amarela promove também a Mostra IV Unico – Exposição Tecnobrasilidades – com trabalhos  aprovados no edital lançado pelo salão, aberto até o dia 16 de dezembro, na Galeria de Artes Sesc Casa Amarela, de segunda a sexta, das 9h ás 19h, Avenida Professor José dos Anjos, 1190, Casa Amarela, recife/PE.

A conversa foi na sexta e trouxe possibilidades presentes e futuras sobre a tecnologia, os espaços que estão ocupando em nossos cotidianos e como estão ocupando, tanto como produtora de uma arte popular e tradicional, trazendo conhecimentos ancestrais e de base não formal ou tradicional, quanto de uma arte clássica e suas inserções nos museus e rotas da arte. Como está o processo de popularização das tecnologias, como mudam o comportamento e a relação pessoal e de grupo, do compartilhamento, e da concepção da arte em vários meios.

Mãe Beth abriu a mesa contextualizando a posição do Centro Cultural Coco de Umbigada e sua tragetória com o uso de ferramentas tecnológicas na produção de comunicação, memória e arte. Como a tecnologia possibilita um novo olhar da comunidade pra si mesma, potencializando suas belezas, ciências, histórias e pertencimento cultural.O acesso,o saber, o fazer, o distribuir e circular de uma arte, a nossa, favorecidos pelas novas tecnologias e muitas informações.

O debate despertou o olhar de dentro pra fora e de fora pra dentro sobre nossa produção artistica, e como nossa tecnica artistica brasileira se baseia na gambiarra,no querer e fazer a arte a qualquer custo, na fala do designer H.d. Mabuse, que pode ser vista completa aqui:

E também sobre os espaços clássicos da arte e suas ocupações, a abertura e o re-pensar dos museus e curadores sobre a interferencia dessas tecnologias nos novos produtos artisticos, e seu valor estético social, com o artista plástico e pesquisador Edson Barros.

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